Microempreendedores do setor de beleza estão otimistas para o Natal 2018

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Publicada em 06/12/2018 - Fonte: Serasa Empreendedor
arvore de natal

Segmento, que engloba cabeleireiro; esteticista; massagista e manicure, também foi um dos que mais investiu no negócio mirando a data. Serviços de Transporte aparecem em segundo lugar com expectativa de 10,3% de aumento

Microempreendedores de diversos setores também se revelam muito otimistas com o Natal, o que demonstra que o forte apelo da data vai muito além das vendas do comércio. De acordo com a sondagem realizada pelo Serasa Empreendedor – braço da Serasa Experian voltado ao microempreendedor, MEIs e MEs que atuam no mercado da beleza (cabeleireiro, esteticista, massagista e manicure) são os que projetam o maior crescimento (10,5%) nas vendas e/ou prestação de serviços durante a época natalina. Em segundo lugar, aparece o segmento de transporte (taxista, motorista particular e dono de frota), que acredita no aumento de 10,3%. Veja abaixo a expectativa dos outros setores:

Expectativa de crescimento das vendas e/ou prestação de serviços durante o Natal
Beleza (cabeleireiro, esteticista, massagista,manicure)10,50%
Transporte (taxista,motorista particular, dono de frota)10,30%
Varejo ( comerciantede cosméticos, produtos eletrônicos, comércio de roupas)9,30%
Moda (consultor de estilo, costureira, confecção de roupas e acessórios)8,90%
Alimentação (amblantes, dono de bares, lanchonetes, cafés, restaurantes, minimercados e armazéns)8,20%
Automotivo (Mecânicos, revendedor de seminovos)7,30%
Eletrônicos (importação, manutenção, revenda)6,90%
Outros5,50%
Total Geral8,40%
Eduardo Crivelari
Eduardo Crivelari fala sobre otimismo dos microempreendedores para o Natal de 2018

Segundo o diretor do Serasa Empreendedor, Eduardo Crivelari, os resultados reafirmam o poder de vendas do Natal e também comprovam que os microempreendedores têm se preparado de diferentes formas para atuar nas datas de maior movimento, principalmente agora no fim de ano, com a injeção do décimo terceiro salário na economia. “Após um ano de muito desafios, com alta taxa de desemprego, muito empreendedorismo por necessidade e recorde de inadimplência, este é o momento para o empreendedor alavancar suas vendas e aproveitar para gerar caixa para as épocas de baixa demanda.”

A sondagem, realizada em novembro de 2018 com mais de 500 microempreendedores brasileiros dos mais variados segmentos, também mostrou que 72% das microempresas do segmento de beleza investiram no negócio para atender o aumento da demanda e a principal finalidade foi criar uma nova linha de produtos e/ou serviços específicos para o Natal. O mesmo percentual (72%) de microempreendedores do setor de eletrônicos (importação, manutenção, revenda) também investiu, mas com o olhar além do Natal. Veja abaixo as informações completas:

Microempreendedores que investiram no negócio de oho no Natal
Beleza72%
Eletrônicos72%
Varejo67%
Alimentação66%
Automotivo65%
Moda64%
Transporte57%
Outros36%
Total Geral62%

Principal finalidade do investimento
AlimentaçãoCrescimento da capacidade produtiva específica para o Natal
AutomotivoNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal
BelezaNova linha de produtos e/ou serviços específico para o Natal
EletrônicosNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal
ModaNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal
OutrosNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal
TransporteNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal
VarejoNova linha de produtos e/ou serviços que vão além do Natal

“A principal finalidade de investimento sinalizada pela maioria dos setores mostra como os MEIs e MEs têm se planejado para obter o máximo de retorno, tanto no pico do período sazonal, quanto no pós-Natal, o que é fundamental para todo empreendedor evoluir seu negócio de modo sustentável”, finaliza Crivelari.

Ainda de acordo com o levantamento, 76% de todos os microempreendedores que participaram da sondagem afirmaram que o investimento foi realizado com o dinheiro do próprio caixa da empresa. Já 24% precisaram pedir empréstimo.

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